Mais de meio bilhão de crianças vive em áreas com alta incidência de inundações e 160 milhões vivem em zonas de secas severas, se tornando vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas, afirmou relatório publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em novembro, às vésperas da Conferência do Clima em Paris (COP21).

Das 530 milhões de crianças que vivem em áreas suscetíveis a inundações, 300 milhões vivem em países cuja maioria da população é pobre e se sustenta com menos  de 3,10 dólares por dia. Entre as que vivem em áreas em que períodos de seca são frequentes, 50 milhões das crianças estão em países onde mais da metade da população vive na pobreza, informou a agência da ONU.

De acordo com o documento A Não Ser que Ajamos agora: O impacto da mudança climática sobre as crianças, o aquecimento global vai gerar mais secas, inundações, ondas de calor e outros fenômenos, provocando mortes, além de facilitar a maior incidência de doenças como diarreia, malária e má nutrição.

A agência explica que um círculo vicioso pode ser criado a partir disso, levando em conta que as crianças mais pobres se tornam as mais vulneráveis. “As crianças de hoje são as menos responsáveis pela mudança no clima, mas elas, e suas crianças, serão as que mais viverão com as consequências. E, como acontece frequentemente, comunidades em desvantagem enfrentam a maior ameaça”, afirmou  diretor executivo do UNICEF, Anthony Lake. (Fonte: http://nacoesunidas.org)


 
 
 
 
 

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